No domingo dia 13 de fevereiro tivemos o primeiro plebiscito do ano. Anualmente temos 4 domingos em que votamos um plebiscito ou para eleições em nível federal. Pode ser que ainda tenhamos outros dias com assuntos cantonais ou municipais, mas de modo geral os cantões e municípios fazem o possível para que as datas sejam coincidentes a fim de evitar custos. A votação pode ser feita pelo correio e apesar de ser obrigatória não há sanções contra os que não votam.
A média de participação nas eleições e nos plebiscitos normalmente é inferior a 50%.
A maioria dos plebiscitos requer além de uma maioria de votos também uma maioria dos cantões.
Nesta iniciativa os partidos de esquerda queriam mudar a regra de que os soldados guardem as suas armas em casa para que passasem a ser guardadas nos arsenais dos quais há muitos espalhads pelo país. Além disto a iniciativa previa a criação de um registro geral de todas as armas em mãos de civis.
O principal argumento dos iniciantes era de que muitos crimes passionais e suicídios acontecem com as armas dos soldados, quando estas estão em casa.
Os partidos de direita e de centro argumentaram em contrapartida que mais importante do que isto era prestigiar a responsabilidade de cada cidadão, exprimir a confiança nos soldados e ainda a liberdade de cada cidadão poder possuir uma arma.
O resultado foi de 56,3% contra a iniciativa e 43,7% a favor com uma participação expressiva do eleitorado de 49,2%.
O gráfico abaixo mostra quais os cantões que votaram a favor e quais contra o que deu uma impressão nítida de que as aglomerações urbanas votaram a favor e o resto do país votou contra.
A maioria dos plebiscitos requer além de uma maioria de votos também uma maioria dos cantões.
Nesta iniciativa os partidos de esquerda queriam mudar a regra de que os soldados guardem as suas armas em casa para que passasem a ser guardadas nos arsenais dos quais há muitos espalhads pelo país. Além disto a iniciativa previa a criação de um registro geral de todas as armas em mãos de civis.
O principal argumento dos iniciantes era de que muitos crimes passionais e suicídios acontecem com as armas dos soldados, quando estas estão em casa.
Os partidos de direita e de centro argumentaram em contrapartida que mais importante do que isto era prestigiar a responsabilidade de cada cidadão, exprimir a confiança nos soldados e ainda a liberdade de cada cidadão poder possuir uma arma.
O resultado foi de 56,3% contra a iniciativa e 43,7% a favor com uma participação expressiva do eleitorado de 49,2%.
O gráfico abaixo mostra quais os cantões que votaram a favor e quais contra o que deu uma impressão nítida de que as aglomerações urbanas votaram a favor e o resto do país votou contra.
| Nesta charge, também copiada do jornal Aargauer Zeitung, foram trocadas a besta pelo revólver e a maça pela urna. Foram disparados bem mais tiros do que a flecha isolada usada por Guilherme Tell. |